Tráfico ataca mais duas casas a tiros mas ninguém se fere
Disparos atingiram imóveis; já são dez casos em duas semanas
Mais dois imóveis foram alvejados na cidade. Foram 14 disparos, ninguém se feriu. Polícia não confirma, mas a principal suspeita é que ataques tenham relação com a disputa de gangues pelo controle do tráfico de drogas.
Na madrugada de sábado para domingo (13), por volta das 3h30, casa na rua Glicíneas, no Jardim Marília, zona oeste, foi atingida por cinco tiros de revólver calibre 38. Todos atingiram o portão de entrada.
Morador J.L.G., 59, estava dormindo e acordou com os estampidos. Ele acionou a Polícia Militar, mas não soube informar a autoria dos tiros.
Já na madrugada de ontem (14), o alvo foi um bar na rua Vitório Tosin, no Jardim Nacional, na zona sul. Estabelecimento estava fechado e tiros atingiram paredes, janelas e uma árvore. Ninguém se feriu no ataque. Proprietário J.R.S., 58, chamou a Polícia Militar.
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram no local e apreenderam nove cartuchos de pistola calibre 380. Em depoimento, o comerciante negou saber os motivos dos disparos e a autoria.
Com os dois ataques, cidade já soma oito imóveis alvejados nas últimas três semanas. No dia 29 de outubro, quatro casas na zona sul sofreram com disparos após dois homens serem baleados em uma pastelaria.
Já no dia 5, foi a vez de casa na rua Major Simões, Vila Hípica, receber seis disparos de arma calibre 12. No sábado, ataque foi na rua Jesuítas, no Jardim Marília. Foram 47 tiros, que vitimaram um cachorro.
Além dos imóveis, uma pessoa já foi morta – em ataque à uma boate no Jardim Morumbi, zona oeste – e outras seis ficaram feridas.
Para tentar coibir os seguidos ataques e também o tráfico de drogas e armas, a Polícia Militar mantém desde a noite da última sexta-feira (11) três viaturas nas imediações do CDHU do Nova Marília, que, segundo a Polícia Militar, serve como base para entrada e saída de entorpecentes.
As viaturas estão dispostas em forma de triângulo e impedem que alguém entra e saia sem ser visto pelos policiais. São feitas abordagens em carros e pedestres. A operadora de caixa Gabriela Santos, 18, foi parada no início da tarde ontem. Moradora do CHDU, ela disse que a presença no local traz mais segurança. “Acho importante este tipo de ação”, ressaltou.
Mais dois imóveis foram alvejados na cidade. Foram 14 disparos, ninguém se feriu. Polícia não confirma, mas a principal suspeita é que ataques tenham relação com a disputa de gangues pelo controle do tráfico de drogas.
Na madrugada de sábado para domingo (13), por volta das 3h30, casa na rua Glicíneas, no Jardim Marília, zona oeste, foi atingida por cinco tiros de revólver calibre 38. Todos atingiram o portão de entrada.
Morador J.L.G., 59, estava dormindo e acordou com os estampidos. Ele acionou a Polícia Militar, mas não soube informar a autoria dos tiros.
Já na madrugada de ontem (14), o alvo foi um bar na rua Vitório Tosin, no Jardim Nacional, na zona sul. Estabelecimento estava fechado e tiros atingiram paredes, janelas e uma árvore. Ninguém se feriu no ataque. Proprietário J.R.S., 58, chamou a Polícia Militar.
Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram no local e apreenderam nove cartuchos de pistola calibre 380. Em depoimento, o comerciante negou saber os motivos dos disparos e a autoria.
Com os dois ataques, cidade já soma oito imóveis alvejados nas últimas três semanas. No dia 29 de outubro, quatro casas na zona sul sofreram com disparos após dois homens serem baleados em uma pastelaria.
Já no dia 5, foi a vez de casa na rua Major Simões, Vila Hípica, receber seis disparos de arma calibre 12. No sábado, ataque foi na rua Jesuítas, no Jardim Marília. Foram 47 tiros, que vitimaram um cachorro.
Além dos imóveis, uma pessoa já foi morta – em ataque à uma boate no Jardim Morumbi, zona oeste – e outras seis ficaram feridas.
Para tentar coibir os seguidos ataques e também o tráfico de drogas e armas, a Polícia Militar mantém desde a noite da última sexta-feira (11) três viaturas nas imediações do CDHU do Nova Marília, que, segundo a Polícia Militar, serve como base para entrada e saída de entorpecentes.
As viaturas estão dispostas em forma de triângulo e impedem que alguém entra e saia sem ser visto pelos policiais. São feitas abordagens em carros e pedestres. A operadora de caixa Gabriela Santos, 18, foi parada no início da tarde ontem. Moradora do CHDU, ela disse que a presença no local traz mais segurança. “Acho importante este tipo de ação”, ressaltou.
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