Ursílio desviou R$ 12 mil da CMN para reformar mansão
Enquanto se aproveitava do dinheiro, funcionários recebiam com semanas de atraso
Os desdobramentos da auditoria que vem sendo realizada nas contas do grupo CMN – que engloba jornal Diário e rádios Dirceu AM e Diário FM – seguem demonstrando a complexa teia de usurpação criada pelo ex-diretor José Ursílio para enriquecer às custas de seus funcionários.
Desta vez em meio aos arquivos foi encontrado um contrato de permuta no valor de R$ 12 mil com a Casa Sol – de propriedade de seu colega de partido Daniel Alonso – para o fornecimento de material de construção, tendo em vista a reforma de sua mansão.
O contrato foi assinado em 24 de junho de 2011 e nele José Ursílio aparece como gerente comercial da empresa de fachada “Sinergia Editora, Comunicação e Feeling”, utilizada para escoar para contas desconhecidas o dinheiro pago por assinantes e anunciantes do jornal e das rádios.
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Ao mesmo tempo que o ex-diretor desviava montanhas de dinheiro em contratos similares para bancar sua vida de luxo e mordomias, os funcionários do grupo CMN recebiam com semanas de atraso e os depósitos referentes aos encargos sociais não eram feitos há anos.
Na lista de finalidades para as permutas firmadas por Ursílio, além de material de construção, jantares de luxo para dezenas de pessoas, aquisição de equipamentos automotivos para seu veículo, reservas em hotéis cinco estrelas e viagens ao exterior.
Os desdobramentos da auditoria que vem sendo realizada nas contas do grupo CMN – que engloba jornal Diário e rádios Dirceu AM e Diário FM – seguem demonstrando a complexa teia de usurpação criada pelo ex-diretor José Ursílio para enriquecer às custas de seus funcionários.
Desta vez em meio aos arquivos foi encontrado um contrato de permuta no valor de R$ 12 mil com a Casa Sol – de propriedade de seu colega de partido Daniel Alonso – para o fornecimento de material de construção, tendo em vista a reforma de sua mansão.
O contrato foi assinado em 24 de junho de 2011 e nele José Ursílio aparece como gerente comercial da empresa de fachada “Sinergia Editora, Comunicação e Feeling”, utilizada para escoar para contas desconhecidas o dinheiro pago por assinantes e anunciantes do jornal e das rádios.
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Ao mesmo tempo que o ex-diretor desviava montanhas de dinheiro em contratos similares para bancar sua vida de luxo e mordomias, os funcionários do grupo CMN recebiam com semanas de atraso e os depósitos referentes aos encargos sociais não eram feitos há anos.
Na lista de finalidades para as permutas firmadas por Ursílio, além de material de construção, jantares de luxo para dezenas de pessoas, aquisição de equipamentos automotivos para seu veículo, reservas em hotéis cinco estrelas e viagens ao exterior.
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