No Fórum, fraudes contra o Diário com ajuda do diretor
Novo escândalo mostra conluio de diretor da 2ª Vara Cível e João Simão
As fraudes e crimes de João Simão Neto, que por determinação do Tribunal Regional Federal precisa ser recolhido durante à noite a algum estabelecimento prisional cumprindo pena de três anos de cadeia, sujam mais que a própria ficha do advogado: mancham também a imagem do Fórum de Marília.
O mais recente escândalo do advogado, em novo golpe baixo contra o Diário, teve apoio e a assinatura do diretor da 2ª Vara Cível, Álvaro Gradim Bastazini, e do seu oficial maior Renato de Paula Oliveira, que a pedido de João Simão assinaram um falso mandado judicial notificando fraudulentamente alguns clientes do jornal para que pagamentos à empresa fossem penhorados.
O mandado saiu expedido em nome do juiz titular da 2ª Vara, Ernani Desco Filho, que é responsável pela nomeação de Gradim e já foi acionado pela direção da empresa que pede o afastamento dos subordinados do cartório.
O mandado foi expedido no início de outubro e dias depois o departamento jurídico do jornal ficou sabendo do golpe e procurou a juíza responsável pelo caso, Marina Freire, que mandou recolher imediatamente a falsa ordem assinada pelo diretor do cartório.
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Além disso, Marina Freire determinou que o cartório expedisse um novo mandado notificando clientes que receberam a ordem ratificando para desconsiderá-la.
A lista de clientes que deveriam ser notificados no falso mandado foi entregue pelo próprio João Simão dias antes de Álvaro Gradim e seu oficial maior assinarem o falso mandado. Tinha 47 empresas.
O caso trouxe indignação e o presidente da OAB de Marília, Tayon Berlanga, acionou o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para que o caso e os servidores do cartório fossem investigados pela fraude.
Além disso, há duas semanas o Ministério Público Estadual abriu inquérito para apurar crime de improbidade administrativa dos dois servidores, que se condenados podem até ser exonerados.
As fraudes e crimes de João Simão Neto, que por determinação do Tribunal Regional Federal precisa ser recolhido durante à noite a algum estabelecimento prisional cumprindo pena de três anos de cadeia, sujam mais que a própria ficha do advogado: mancham também a imagem do Fórum de Marília.
O mais recente escândalo do advogado, em novo golpe baixo contra o Diário, teve apoio e a assinatura do diretor da 2ª Vara Cível, Álvaro Gradim Bastazini, e do seu oficial maior Renato de Paula Oliveira, que a pedido de João Simão assinaram um falso mandado judicial notificando fraudulentamente alguns clientes do jornal para que pagamentos à empresa fossem penhorados.
O mandado saiu expedido em nome do juiz titular da 2ª Vara, Ernani Desco Filho, que é responsável pela nomeação de Gradim e já foi acionado pela direção da empresa que pede o afastamento dos subordinados do cartório.
O mandado foi expedido no início de outubro e dias depois o departamento jurídico do jornal ficou sabendo do golpe e procurou a juíza responsável pelo caso, Marina Freire, que mandou recolher imediatamente a falsa ordem assinada pelo diretor do cartório.
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Além disso, Marina Freire determinou que o cartório expedisse um novo mandado notificando clientes que receberam a ordem ratificando para desconsiderá-la.
A lista de clientes que deveriam ser notificados no falso mandado foi entregue pelo próprio João Simão dias antes de Álvaro Gradim e seu oficial maior assinarem o falso mandado. Tinha 47 empresas.
O caso trouxe indignação e o presidente da OAB de Marília, Tayon Berlanga, acionou o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para que o caso e os servidores do cartório fossem investigados pela fraude.
Além disso, há duas semanas o Ministério Público Estadual abriu inquérito para apurar crime de improbidade administrativa dos dois servidores, que se condenados podem até ser exonerados.
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