Marquise desaba em obra no centro e cai sobre viatura
Fio de telefone e pedaços da obra permaneceram o dia todo na calçada
Desabamento de fachada de prédio comercial em reforma na esquina da rua Prudente de Moraes com 4 de Abril no centro assustou comerciantes e pedestres na manhã de ontem por volta das 8h30. O acidente ocorreu enquanto uma equipe da CPFL fazia manutenção de alguns fios.
Segundo testemunhas, a estrutura caiu junto com parte da fachada atingindo uma viatura da Polícia Civil estacionada em frente ao prédio. Um boletim de ocorrência foi registrado, já que a viatura sofreu avarias na lataria e teve um dos vidros quebrados.
O fio e os destroços do prédio permaneceram na calçada durante todo o dia, o que gerou desconforto para pedestres e comerciantes. A operadora de caixa Vanessa Fontes, 30, e sua mãe a aposentada Márcia Ricioli, 58, tiveram que passar pelo meio da rua para desviar.
“É um absurdo, se uma mãe descuida de uma criança e ela se machuca aqui, quem vai se responsabilizar?”, pergunta Vanessa.
O desabamento é apenas um dos problemas apontados pelo comerciante Miguel Ângelo, 54, que também reclama do emaranhado de fios no alto do poste de ferro na mesma calçada. “Esse poste deve ter mais de 60 anos e oferece risco de descarga elétrica. Pessoas podem levar um choque a qualquer momento aqui”, disse.
Os comerciantes da rua pedem que ao menos a obra possa ser isolada por tapumes para preservar a segurança dos pedestres.
Procurado pelo Diário, o departamento de fiscalização de obras da prefeitura não se manifestou e encaminhou problema para a Secretaria de Planejamento Urbano.
A secretária Cristina Bondezan ficou de dar retorno, o que não ocorreu até fechamento da edição.
Desabamento de fachada de prédio comercial em reforma na esquina da rua Prudente de Moraes com 4 de Abril no centro assustou comerciantes e pedestres na manhã de ontem por volta das 8h30. O acidente ocorreu enquanto uma equipe da CPFL fazia manutenção de alguns fios.
Segundo testemunhas, a estrutura caiu junto com parte da fachada atingindo uma viatura da Polícia Civil estacionada em frente ao prédio. Um boletim de ocorrência foi registrado, já que a viatura sofreu avarias na lataria e teve um dos vidros quebrados.
O fio e os destroços do prédio permaneceram na calçada durante todo o dia, o que gerou desconforto para pedestres e comerciantes. A operadora de caixa Vanessa Fontes, 30, e sua mãe a aposentada Márcia Ricioli, 58, tiveram que passar pelo meio da rua para desviar.
“É um absurdo, se uma mãe descuida de uma criança e ela se machuca aqui, quem vai se responsabilizar?”, pergunta Vanessa.
O desabamento é apenas um dos problemas apontados pelo comerciante Miguel Ângelo, 54, que também reclama do emaranhado de fios no alto do poste de ferro na mesma calçada. “Esse poste deve ter mais de 60 anos e oferece risco de descarga elétrica. Pessoas podem levar um choque a qualquer momento aqui”, disse.
Os comerciantes da rua pedem que ao menos a obra possa ser isolada por tapumes para preservar a segurança dos pedestres.
Procurado pelo Diário, o departamento de fiscalização de obras da prefeitura não se manifestou e encaminhou problema para a Secretaria de Planejamento Urbano.
A secretária Cristina Bondezan ficou de dar retorno, o que não ocorreu até fechamento da edição.
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